Vale das Lendas

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quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Alquimia

Texto retirado do site: http://www.geocities.com/Paris/Cathedral/6232/index-p.htm A alquimia é das ciências ocultas que, atualmente, mais interesse tem despertado não só pelos inúmeros livros que ao longo dos tempos foram escritos sobre a Arte Hermética, mas também, pela curiosidade de saber algo sobre a veracidade da misteriosa Pedra Filosofal, também conhecida por Medicina Universal. Tem-se escrito muito sobre o simbolismo alquímico encontrado nas catedrais, palácios e até casas senhoriais. É, deveras um trabalho fascinante procurar desvendar o segredo contido nessas figuras esculpidas na pedra pelos artistas nossos antepassados como testemunho do seu envolvimento na ciência de Hermes. No simbolismo alquímico, tanto quanto sabemos, não existiam nem existem regras fixas. Tudo era, e ainda é, deixado à imaginação dos seus autores e à sua criatividade. Por isso, como é óbvio, isto dá azo a especulações ditas “filosóficas” que, muitas vezes nada têm a ver com a realidade alquímica. Durante muito tempo a alquimia foi sinônimo de charlatanismo ou de ignara credibilidade. Muito do descrédito da alquimia era devido à falta de publicações sérias, pois muitas delas são imitações grosseiras, feitas por sopradores (falsos alquimistas) dos verdadeiros e antigos textos, nas quais se une o absurdo com a ignorância. Atualmente, devido ao grande número de traduções das obras clássicas mais importantes dos grandes Mestres, a opinião de muitas pessoas mudou completamente. A alquimia é a arte de trabalhar e aperfeiçoar os corpos com a ajuda da natureza. No sentido restrito do termo, a alquimia sendo uma técnica é, por isso, uma arte prática. Como tal, ela assenta sobre um conjunto de teorias relativas à constituição da matéria, à formação de substâncias inanimadas e vivas, etc. A alquimia operativa, aplicação directa da alquimia teórica, é a procura da pedra filosofal. Ela reveste-se de dois aspectos principais: a medicina universal e a transmutação dos metais, sendo uma, a prova real da outra. Eles não procuram o impossível, como vulgarmente se diz, mas sim a confirmação do que está descrito nos antigos tratados, que os Mestres nos legaram com vista à obtenção da medicina universal ou pedra filosofal. O alquimista não é um fazedor de ouro como muita gente pensa. A transmutação só terá lugar, como já dissemos, como prova provada da veracidade da medicina universal ou pedra filosofal. Hoje a alquimia coabita pacificamente com a ciência e não é raro ver indivíduos com formação superior nos ramos da ciência, da medicina e das letras, praticarem a Arte Real.

Biografia de Bruxo - ALBUS PERCIVAL WULFRIC BRIAN DUMBLEDORE.

 Albus Percival Wulfric Brian Dumbledore é um personagem da série Harry Potter, de J.K. Rowling. Dumbledore nasceu em 1881 e morreu em 1996, com 115 anos. Considerado por muitos o maior feiticeiro de todos os tempos, era detentor da Ordem de Merlin, Primeira Classe, e de outros importantes títulos, como os de Grande Feiticeiro e Feiticeiro-Chefe, além de ser membro da Confederação Internacional de Feiticeiros e Presidente do Wizengamot. Dumbledore sempre foi o único bruxo a quem Voldemort temia; foi também o fundador da Ordem da Fénix, ordem que tencionava lutar contra Voldemort e seus seguidores, os Comensais da Morte. Dumbledore é o único personagem homossexual (que se saiba até ao momento) de Harry Potter e fora apaixonado pelo bruxo Grindewald na juventude, embora sem nunca ter sido correspondido. Segundo a autora essa foi a "grande tragédia" de Dumbledore. Descrição Alto e magro, idoso mas sem demonstrar fraqueza, com longos cabelos branco prateados e barbas da mesma cor, longas o suficiente para prendê-las no seu cinto. Seus dedos são longos e finos; seu nariz é torto, como se o tivesse quebrado (e de facto o foi). Os seus olhos são descritos como azuis brilhantes, penetrantes, como se radiografassem as pessoas. Usa óculos em forma de meia-lua. É descrito como uma pessoa extremamente bondosa, sempre pronta a acreditar no melhor das pessoas. É um tanto solitário, devido à sua superioridade em poder e em grandeza de espírito. Age sempre com grande elegância, educação e classe, prima por boas maneiras e trata educadamente a todos, sem distinção, amigos e inimigos da mesma forma. Dumbledore gosta de música de câmara e boliche. Sabe-se que possui uma grande afinidade com doces: as senhas para entrar no seu gabinete são geralmente nomes de doces bruxos. Tem afinidade com Minerva McGonagall, docente, vice-diretora e chefe da Grifinória; Rubéo Hagrid, meio-gigante, guarda das chaves e professor de Cuidados com as Criaturas Mágicas; Harry Tiago Potter seu aluno favorito, por quem desenvolve grande afeição e a quem tenta proteger com enorme afinco. Alvo tem uma Fénix de estimação chamada Faweks, ave muito especial que sempre oferece ajuda a ele ou a quem for fiel a ele. Família O pai de Alvo Percival, foi preso em Azkaban por atacar três Trouxas . O que pouquíssimas pessoas sabiam é que ele havia atacado os garotos porque estes, ao verem a irmã de Albus fazendo magia, torturaram-na. A mãe de Albus era Kendra Dumbledore. Kendra era uma mulher amável, mas morreu num dos acessos incontroláveis da sua filha Ariana. A irmã de Albus era Ariana. Nascida feiticeira, ela foi cruelmente torturada por três trouxas que a flagraram fazendo magia. A partir de então os seus actos tornaram-se imprevisíveis, e ela tornou-se inconstante. Não fazia mais magia, mas não deixava de ser feiticeira, e às vezes, de repente, a sua magia "explodia", e os estragos podiam ser desastrosos. Por isso Kendra decidiu escondê-la, porque a amava e temia os actos dos outros sobre a sua filha. Morreu pouco depois da sua mãe, assassinada ou por Albus, ou por Aberforth, ou por Gellert Grindelwald, pois em um duelo entre os três um dos feitiços lançados a atingiu. Como disse Aberforth, "Nunca saberemos quem a atingiu" Aberforth é irmão de Albus. Não era tão brilhante quanto o irmão, e mais tarde culpou Albus pela morte da irmã, quebrando o nariz dele, enquanto estavam ao lado do caixão de Ariana. Tornou-se o barman do bar Cabeça de Javali, em Hogsmeade. Os irmãos reataram anos depois. Carreira Acadêmica Dumbledore chegou a Hogwarts e logo tornou-se amigo de Elphias Doge, que era discriminado pelas seqüelas de uma doença, a varíola de dragão. Dumbledore demonstrou extraodinários poderes mágicos desde cedo. Segundo Griselda Marchbanks, chefe da Autoridade de Exames Bruxos, que pessoalmente foi sua examinadora nos N.I.E.M's (Niveis Incrivelmente Exaustivos em Magia) de Feitiços e Transfiguração, o jovem Dumbledore "fez com a varinha coisas que ela nunca vira antes". Depois de Hogwarts Quando terminou Hogwarts, Dumbledore pretendia fazer uma viagem pelo mundo com Elphias, mas desistiu da idéia devido à morte de sua mãe e aos problemas de saúde de Ariana. Voltou a sua casa em Godric's Hollow e lá conheceu Gellert Grindelwald, por quem acabou se apaixonando, mas nunca foi correspondido. Gellert havia sido expulso de Durmstrang, escola que ensina Artes das Trevas; ambos eram jovens talentosos e um tanto egoístas que, pelo "bem maior", dispunham-se a sobrepor a raça bruxa sobre a trouxa. Uma briga entre Alvo, seu irmão e Grindelwald, que resultou na morte de Ariana, fez com que a amizade acabasse. Gellert fugiu. Dumbledore retornou a Hogwarts como professor de Transfiguração e foi responsável por recrutar alguns novos alunos para escola, entre eles Tom Marvolo Riddle, o qual dia se tornaria Lord Voldemort. Por ser um bruxo extraordinariamente poderoso, Dumbledore era o único com quem Voldemort era cauteloso e a quem nunca subestimou. Dumbledore já havia mostrado seu poder quando derrotou o ex-amigo Grindelwald, que crescera para tornar-se o maior bruxo das trevas, posto que Voldemort viria a ocupar anos depois. Os livros da série não especificam a data em que Dumbledore se tornou diretor de Hogwarts.  A Era Harry Potter Dumbledore sempre teve uma afeição maior por Harry Potter do que por outros alunos. Costumava explicar para Harry algumas coisas do passado do garoto, e também do de Voldemort, mas nunca entrou em detalhes sobre seu próprio passado. Alvo sempre foi um bruxo sábio e misterioso. Apesar de sua extensa sabedoria, no livro Harry Potter e a Ordem da Fênix, quinto da série, Dumbledore confessa a Harry que cometeu um grande erro. Segundo ele, o erro foi não ter contado antes para Harry o motivo que levou Voldemort a matar seus pais, Lilian e Tiago Potter, e tentar matar o próprio garoto. Por causa desse erro, Dumbledore carregava a culpa da morte de Sirius Black, padrinho de Harry. O sexto livro da série se dedica na explicação de um termo até então desconhecido: as Horcruxes, objetos em que Voldemort encerrou pedaços de sua alma, e que o tornariam imortal enquanto existissem. O objetivo de Dumbledore é ensinar a Harry como e onde descobrir as Horcruxes, para então as destruir. Dumbledore foi morto com a maldição imperdoável Avada Kedavra, pelas mãos de Severo Snape, em quem confiava cegamente. Até o sexto livro restava a dúvida: Seria Snape um assassino ou a morte já havia sido tramada entre ele e Dumbledore? O sétimo livro, Harry Potter e as Relíquias da Morte, trouxe a resposta, que se provou ser a segunda. Quando, um ano antes da batalha em Hogwarts, Alvo pôs no dedo a horcruxe do Anel de Servolo Gaunt, uma maldição começou a se espalhar pelo seu corpo; graças a Snape, a maldição ficou restrita à mão do mago, mas ainda assim restava a Dumbledore em torno de um ano de vida. Snape era realmente aliado de Dumbledore, e os dois planejaram juntos a morte do diretor.fonte:biografiadebruxo