Vale das Lendas

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segunda-feira, 20 de abril de 2015

O Flautista de Hamelin



É um conto adaptado pelos Irmãos Grimm, para descrever um estranho fato que ocorreu na cidade de Hamelin, na Alemanha em 1284.
Hamelin estava infestada de ratos, então ninguém sabia o que fazer, as pessoas tentaram de tudo, mas os ratos só estavam se alastrando mais ainda até que um dia, um forasteiro chegou à cidade, dizendo ser um ‘’caçador de ratos’’.

O homem disse que tinha a solução para que os ratos sumissem da cidade, e as pessoas prometeram um bom pagamento a ele, uma moeda de ouro para cada rato que ele matasse. O homem aceitou o acordo e começou o trabalho. Pegou uma flauta e assoprando, hipnotizou todos os ratos da cidade, atraindo eles com seu som até um rio, e fazendo todos eles se afogar.


Obtendo sucesso em sua missão, as pessoas não conseguiram pagar a divida, fazendo assim que ele se irritasse, e saísse da cidade. Semanas depois, em um domingo de manhã quando toda população estava na igreja, o flautista retornou a cidade tocando sua flauta, hipnotizando todas as crianças de Hamelin, menos três delas que se salvaram para contar o ocorrido.


130 crianças saíram acompanhando o flautista até uma caverna que ficava fora da cidade e elas nunca mais foram vistas. Ninguém soube contar o que ele fez com elas lá dentro, as hipóteses que foram levantadas foram assassinato depois de pedofilia na caverna escura.
As três crianças que restaram na cidade puderam contar o ocorrido, uma delas era cega(não conseguiu ver o caminho), outra surda(não ouvia a flauta) e a ultima usava muletas (não conseguiu acompanhar as outras crianças já próximas a caverna). 


Em uma igreja de Hamelin, ainda existe uma vitral em memória do trágico ocorrido em tempos medievais, tendo o Flautista representado em uma roupa colorida, e as crianças de branco.




Esta historia não era necessária para este especial de contos de fadas originais, por ela ser um fato real ocorrido em tempos medievais, porém, ela se espalhou pelo mundo como um,então até hoje fica sem explicação plausível, sendo um mistério fantástico.


segunda-feira, 13 de abril de 2015

Pandora, A caixa de Pandora

Sim, a culpa foi dela. Se vc, caro leitor, é essa pessoa tosca, antiquada, preconceituosa, chata, arrogante, metida, ignorante, mal educada, preguiçosa, presunçosa, gulosa, vaidosa, materialista, irritada, estressada, egoísta, vazia e etc, a culpa foi de Pandora. Ela condenou a raça humana à mesquinharia e à perdição eterna. Custava deixar a caixa fechada?! Para que ser curiosa?! Se alguém, com conhecimento de causa, te diz para não fazer algo, não faça. Simples assim.
Obs.: Veja o que Hesíodo, o sábio, diz na Teogonia sobre Pandora (590-93):
Dela vem a raça das mulheres e do gênero feminino:
dela vem a corrida mortal das mulheres
que trazem problemas aos homens mortais entre os quais vivem,
nunca companheiras na pobreza odiosa, mas apenas na riqueza.
Vale ressaltar:
“nunca companheiras na pobreza odiosa, mas apenas na riqueza.”
kkkkkkkkkkkk Já era assim naquele tempo? kkkkkkkkkkkkkkk
Bom, vcs não devem estar entendendo nada. Pois bem, a partir da agora, vou contar como tudo aconteceu. Daí vcs entenderão minha revolta.
Era uma vez… (continua algum dia)
fenixdefogo.wordpress.com

Os Jardins Suspensos da Babilônia

Talvez sejam os jardins mais famosos de toda a história da civilização, também considerados uma das sete maravilhas do mundo antigo, apesar de jamais ter sido encontrados sinais arqueológicos, além de um poço descomunal, que era suspostamente usado para bombear água até os jardins. As ilustrações são muitas e exibem várias versões dos jardins, até novíssimas versões 3D podem ser vistas em jogos e na web…
Lenda ou história, há registros posteriores do século III que revelam alguns dados [fatos?]: os Jardins suspensos da Babilônia foram uma obra feita durante o reinado de Nabucodonosor II [605 and 562 a.ac.e.], para agradar sua esposa predileta a princesa Amitis, que nascida na terra Média, era acostumada ao ambiente da floresta e seu verde abundante.
Sabe-se que os jardins eram compostos por terraços apoiados em colunas de 25 a 100m de altura, uma obra que impressiona qualquer engenheiro. Ou seja, o conceito de jardim é tão antigo quanto toda a civilização do planeta e não seria nada mal, dar uma volta pelos da babilônia, nem que seja em sonho!
Pauta e Produção YG