quarta-feira, 20 de maio de 2015
segunda-feira, 18 de maio de 2015
O rosto de um hobbit do mundo real
A antropóloga Susan Hayes, da Universidade de Wollongong, em New South Wales, Austrália, fez uma “aproximação facial” (ela prefere esse termo a “reconstrução facial”) do Hobbit, apelido da espécie conhecida oficialmente como Homo floresiensis.
O indivíduo que serviu de modelo para a reconstrução facial é uma mulher de um metro de altura, com 30 a 35 kg e 30 anos de idade, cujos restos mortais foram descobertos na caverna de Liang Bua, na remota ilha indonésia de Flores em 2003.
“Ela não é o que você chamaria de bonita, mas é definitivamente diferente”, disse Hayes. Seu rosto não tem aparência feminina, os olhos são grandes e a testa pequena.
Com formação em ciência forense, Hayes foi capaz de chegar a essa representação facial graças a informações de análises de imagem 3D do crânio da espécie, feitas em um programa de computação gráfica. Ela também utilizou retratos feitos por paleoartistas do Hobbit. Essas interpretações antigas eram mais direcionadas para características próximas às do macaco, enquanto sua análise sugeriu que a espécie tinha características modernas.
Encontrando Hobbit
O esqueleto de 18.000 a 38.000 anos de idade recebeu o apelido de Hobbit por causa de sua estatura atarracada. O hominídeo teria um cérebro pequeno e dentes e pés relativamente grandes para a sua altura. A espécie provavelmente vivia em habitações confortáveis nas colinas da ilha de Flores.
Desde sua descoberta, os cientistas têm debatido se a amostra realmente representa ou não uma espécie extinta na árvore genealógica humana, talvez um “exemplar diminutivo” de Homo erectus, um hominídeo de 1,8 milhões de anos e o primeiro a ter proporções corporais comparáveis às dos modernos Homo sapiens.
Os críticos também argumentam que os restos poderiam ter pertencido a um ser humano com microcefalia, uma condição caracterizada por cabeça pequena, baixa estatura e retardo mental.
Um estudo de 2007, no entanto, revelou que o cérebro do Hobbit tinha cerca de um terço do tamanho do cérebro de um humano adulto moderno. As proporções das regiões cerebrais do exemplar são inconsistentes com as características de microcefalia.
“Na nossa visão, nós dispensamos a hipótese de microcefalia”, disse o antropólogo Dean Falk, da Universidade Estadual da Flórdia (EUA), em 2009. “Seus cérebros não são só pequenos, têm um formato diferente. É uma espécie diferente”.
Também em 2007, o trabalho de Matthew Tocheri, antropólogo do Museu Nacional de História Natural, em Washington (EUA), e seus colegas revelou que os ossos do pulso do Hobbit eram parecidos, na forma e orientação, com o de símios, que são muito diferentes dos ossos do pulso de Neandertais (Homo neanderthalensis) e humanos modernos, o que também aponta para uma nova espécie.[MSN, Cosmos, GOS]
Durante escavações em 2003, na caverna de Liang Bua, na Indonésia, foi encontrado um estranho esqueleto humano, que aparentava ser de uma criança, pois tinha apenas 1 metro de altura. Aquele achado despertou a curiosidade dos pesquisadores, que, após alguns exames, descobriram que aquele esqueleto era de uma fêmea adulta com mais ou menos 30 anos.
A partir desse momento, uma grande discussão foi criada, pois alguns estudiosos afirmavam que os restos mortais encontrados eram de um ser humano normal, que sofria de uma doença chamada microcefalia, onde o cérebro acaba sendo menor do que o normal.
Mais exames foram feitos e ficou provado que aquele ser não sofria com a doença. Na verdade, o esqueleto era mesmo de uma espécie totalmente nova de humanos.
HOBBITS FORA DA TERRA MÉDIA
Quanto mais estudados eram esses pequenos humanos, mais interessante se tornava sua história. Foi descoberto que eles viveram isolados naquela ilha e isso, provavelmente, foi o que causou a diminuição do seu tamanho. A falta de alimentos, o espaço pequeno e outros problemas fizeram com que seu tamanho fosse diminuindo gradativamente, até ficarem com uma altura semelhante a dos hobbits. Isso também explica o fato de só terem existido seres dessa espécie nesse lugar, pois como não havia saída fácil da ilha, eles não se espalharam pelos continentes.
Crânio de um “hobbit real” comparado ao de um ser humano atual
Outro fato interessante é que eles tinham cérebro bem menor do que o nosso. O órgão pensante dos hobbits do mundo real tinha apenas um terço do tamanho do cérebro do homem moderno. Mesmo assim, eles tinham habilidades para construir armas e ferramentas, algo que muitos pensavam ser impossível para um cérebro tão pequeno.
Possível aparência do “hobbit real”
Os hobbits do mundo real tem o nome científico de Homo floresiensis e viveram entre 50 e 20 mil anos atrás. Os cientistas ainda não encontraram as ruínas do Bolsão ou do Pônei Saltitante, mas quem sabe em breve teremos notícias!
Dando continuidade à série “Seres da mitologia que realmente existiram”, hoje abordo um tema que garanto ser um dos que mais me chamaram atenção desde que ingressei no corpo de editores do Minilua.
Sou fã assumido de Senhor dos Anéis, O Hobbit e tudo relacionado a essa incrível história que possui milhares de fundamentos puramente fictícios e fantasiosos, mas que também é composta por bases que realmente existiram.
Em busca de novidades para trazer a vocês, leitores, acabei por encontrar algumas informações que se davam contam de que os Hobbits realmente existiram. Não pense que Frodo, Sam, Pippin e Merry já correram pelo Condado, mas estiveram no planeta terra, em alguma época da história, alguns seres que podem ter sido os pequeninos da Terra Média.
Tudo começou, quando alguns escavadores e estudiosos encontraram 9 exemplares de crânios com aproximadamente um terço do tamanho de um crânio comum. As peças possuem mais de 12 mil anos e foram encontradas na Indonésia.
Inicialmente, os cientistas pensaram que se tratava de pessoas ou anões com problemas de crescimento, no entanto após muitas análises e pesquisas, acabaram por concluir que podem se tratar de crânios de uma espécie à parte, que supostamente disputou sua existência com o homem e que conheceu nossos ancestrais.
O exemplo mais real de competitividade é o do homem de Neanderthal que durante anos disputou a evolução com o Homo Sapiens e que acabou sumindo com o passar dos anos.
Não se sabe ao certo se os Hobbits realmente existiram, mas as escavações continuam e a expectativa é de novas partes do corpo desses pequeninos sejam encontrados, para enfim, confirmar se J.R.R.Tolkien realmente sabia que os habitantes do Condado existiram.
Assim que novas informações forem descobertas, trarei para você aqui na série “Seres da mitologia que realmente existiram”.minilua.com
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