terça-feira, 3 de fevereiro de 2015


Orcs, Dragões, Centauros, são criaturas míticas comumente presentes em partidas de RPG e jogos de videogames, principalmente em MMORPGs de temas medievais e nórdicos. Alguns são criados especialmente para jogos, mas a maioria das criaturas são criaturas mitológicas inseridas nos games e RPGs.

Confira nesta matéria, 20 dessas criaturas fantásticas que deixam nossas aventuras de RPGs sempre mais desafiadoras e emocionantes.

► Ent •
Os Ents segundo o mestre Tolkien:

Os Ents são uma raça muito antiga que apareceu na Terra-média junto com os Elfos. Aparentemente foram criados por Eru Ilúvatar a um pedido de Yavanna após ela descobrir sobre os filhos de Aulë, os Anões, sabendo que eles iriam derrubar as árvores. Ents foram tidos como Pastores de Árvores, para protegerem as florestas dos Orcs, Anões e outros perigos. Embora os Ents fossem criaturas sentientes na época de seu despertar, eles não sabiam como falar até os Elfos os ensinarem. Barbárvore disse que os Elfos “nos curaram de nosso mutismo” que havia sido um grande dom que não deveria ser esquecido.(“Eles sempre desejavam conversar com tudo, os velhos Elfos queriam.”).

Ents são criaturas parecidas com árvores, tendo se tornado muito parecidas com as árvores que eles pastoreiam. Traços individuais variam, da altura (em média quatro metros e meio) ao tamanho, coloridade e o número de dedos das mãos e pés. Também possuem as fraquezas das árvores, e podem ser queimados e derrubados. Um Ent, individualmente, se assemelha muito às espécies específicas que eles guardam. Por exemplo Bregalad (Tronquesperto)guardava Sorveiras e, assim sendo, se parecia muito com uma (alto e esbelto). Na Terceira Era da Terra-média, a floresta de Fangorn era o único lugar conhecido ainda habitado por Ents, embora os Huorns (criaturas parecidas com Ents) ainda tivessem sobrevivido em algum outro lugar, como na Velha Floresta.

Barbárvore, o mais velho Ent vivo, foi descrito como:

...Uma figura semelhante a um homem, quase semelhante a um troll, de pelo menos quatro metros e meio de altura, muito robusta, com uma cabeça alta e quase sem pescoço. Se estava coberta por alguma coisa semelhante a casca de árvore verde e cinzenta, ou se aquilo era seu couro, era dificil dizer. De qualquer forma, os braços, numa pequena distância do tronco, não eram enrugados, mas cobertos de uma pele lisa e castanha. Cada um dos pés tinha sete dedos. A parte inferior do rosto comprido estava coberta por uma vasta barba cinza, cerrada, quase dura como galhos na raiz, fina feito musgo nas Pontas. Mas naquela hora os hobbits notaram pouca coisa além dos olhos. Uns olhos profundos, lentos e solenes, mas muito penetrantes. Eram castanhos, carregados de uma luz esverdeada.


► Grifo •
O grifo é uma criatura com o corpo de um leão e a cabeça e asas de uma águia. Como o leão era tradicionalmente considerado o rei dos animais e a águia, o rei dos pássaros, o grifo foi pensado para ser uma criatura especialmente poderosa e majestosa.

O nome do animal deriva do latim medieval gryphus, derivado por um erro ortográfico comum do latim clássico grypus, do grego gryps, grypos, "curvo, de nariz aquilino", em referência ao bico. Alguns sugerem, porém, que a palavra grega tem origem semita e está relacionada ao hebraicokherub, "querubim" e ao acadiano karibu, um boi alado e colossal.

O grifo tem as pernas dianteiras de uma águia, com patas de águia e garras e tem quartos traseiros de um leão. O grifo tem sempre patas dianteiras aquilinas! Não confundir com a Opinicus que tem membros dianteiros leoninos, uma vez mais, estes são uma espécie distinta.

Sua cabeça de águia é convencionalmente vista com orelhas proeminentes, que são muitas vezes descritas como orelhas de leão, mas muitas vezes são alongadas (mais como as de um cavalo), e normalmente são cobertas por penas.
Grifos são considerados inimigos naturais de cavalos e unicórnios, isso se dá porque, quando não encontram comida, os grifos usam esses animais como uma fonte suplementar de alimento. A prole, extremamente rara, de um grifo com uma égua é chamada de Hipogrifo.

Os grifos são monógamos e se um parceiro morre, o outro continuará solitário para o resto da vida, o que faz do grifo também um emblema do casamento ideal. Quando um grifo fêmea está prestes a dar à luz ao seu filhote, a mãe grifo procura uma caverna com uma entrada estreita, mas muito espaço no interior, protegida dos elementos e ali põe três ovos, sobre os quais monta guarda. Segundo Stephen, o Frade, acreditava-se que uma garra de grifo tinha propriedades medicinais e que suas penas podiam restaurar a visão dos cegos. 

Na heráldica, o grifo foi um símbolo particularmente freqüente. Um grifo levado nas armas significa que o primeiro a usá-lo foi um homem forte e combativo, no qual se encontravam duas naturezas e qualidades distintas, a da águia e a do leão. Além disso, devido à antiga tradição segundo a qual os cavalos têm horror aos grifos, acreditava-se que pintar um grifo no escudo serviria para assustar os cavalos do inimigo. Na heráldica, um grifo sem asas, mas com grandes espinhos é chamado de "grifo macho", o que pressupõe que apenas as fêmeas eram aladas.
► Orc •
Orc ou Ork (termo vindo do latim Orcus, um dos títulos de Plutão, o senhor do mundo dos mortos), aparece nas línguas germânicas e nos contos de fantasia medieval como uma criatura deformada e forte, que combate contra as forças "do bem". Orcs são seres de peles enrugadas e reptilescas com uma tonalidade que vai do verde musgo ao marrom escuro. Maus de natureza são seres bárbaros de notável força e igual crueldade, sendo hostis a qualquer criatura que os pareça mais fraca.

A maioria das sociedades Orcs são de formação semelhante ao militarismo, tendo um grande general (Normalmente o mais forte ou corajoso do bando) que comanda seus recrutas (Orcs jovens e fracos demais para assumir uma boa posição) com a ajuda de capitães (Ors fortes e experientes, porém não corajosos o suficiente para derrubar o general). Algumas sociedades seguem um caminho mais espiritual. Seus líderes são os xamãs, sendo o líder geralmente o mais sábio (por isso, o mais velho, em alguns casos).

Apesar de serem criaturas selvagens têm uma ótima noção de táticas de guerra, venenos, trilhas e clima e caça, o que os leva a serem ótimos guerreiros normalmente contratados por reis inescrupulosos que querem uma vitória a qualquer custo. Muitos de sua raça se tornam mercenários e vão andar pelo mundo oferecendo seus serviços a qualquer um que pague algumas moedas.

Em períodos de guerra Orcs costumam capturar as prisioneiras de guerra para violenta-las sexualmente, gerando assim uma raça mestiça e impura de seres grandes e musculosos, parecidos a um ser humano porém grotescos e brutos. São os meio-orcs, uma curiosa raça que apesar de herdar os dotes físicos de seus pais não herdam necessariamente o espírito vil dos mesmos, logo podem tornar-se heróis notáveis, apesar da maioria acabar sendo hostilizada pela aparência.

► Goblin •
Goblins são criaturas geralmente verdes que se assemelham a duendes. Fazem parte do folclore nórdico, nas lendas eles vivem fazendo brincadeiras de mau gosto. Podem ser equiparadas aos trasgos e tardos do folclore português.

O termo goblin origina-se do francês antigo "gobelin", evoluído do latim medieval "gobelinus", que parece estar relacionado a "cobalus", do grego κόβαλος (kóbalos): "enganador" ou "desonesto".
Os goblins são normalmente associados ao mal. Diz-se que são feios e assustadores, fazem feitiçarias, estragam a comida, travam guerras contra os gnomos. Os RPGs normalmente incluem goblins em sua galeria de seres.

Em algumas mitologias os goblins possuem grande força. Normalmente por serem seres de pouca inteligência e hábitos selvagens, moram em cavernas ou pequenas cabanas construídas com paus e peles de animais. Sua grande capacidade de sobrevivência os faz seres presentes em quase qualquer ambiente, sendo possível serem encontrados em montanhas, pântanos, desertos, pedreiras, florestas ou cidades.

Vivem em bando, com uma comunidade precária semelhante a uma sociedade de homens primitivos. Dentre seus armamentos se encontra a clava, o machado de pedra, a zarabatana, além de pequenas lanças e pedras.

Eles pertencem ao grupo dos Goblinóides dividindo-se em goblins, hobgoblins(parecidos aos goblins, porém maiores - de 1,40 m até a altura de um ser humano normal - e mais evoluídos) e os Bugbears (maiores que um ser humano normal, muito mais fortes que os goblins e com a habilidade de se transformarem em ursos).


► Dragão •
Os dragões são animais lendários fabulosos, geralmente representados como uma enorme serpente alada que expele fogo pelas narinas. Seu tipo biológico situa-se entre o réptil e o sáurio (dinossauros): cabeça ornada com uma grande crista, poderosos cifres, presas enormes, couro grosso e nodoso cobrindo todo o corpo até a cauda, não raro provida de esporas, possivelmente de tecido ósseo ou cartilaginoso. Dotado de poderes extraordinários, o hálito dos Dragões é considerado venenoso e seu sangue, quando derramado em batalha ou na hora da morte, é igualmente fatal para aquele que for atingido por respingos dos líquido ou traz poderes inimagináveis, como no caso de Siegfried que lhe deu a imortalidade.

Répteis por natureza, os dragões encontram conforto em lugares frios, escuros e úmidos; por isso, cavernas são as moradas ideais para dragões, além da penumbra e do frescor, são locais de fácil defesa e apropriados para guardar tesouros e reservas de alimento. As colinas próximas a grupamentos humanos ou rebanhos de mamíferos foram os lugares preferidos na hora de escolher a toca. Há dragões que habitam em águas, mares, lagos, rios, pântanos... 

No Ocidente, os primeiros relatos sobre dragões aparecem em escrituras Judaicas (da Bíblia) e gregas. Na Europa, as lendas sobre os monstros antropófagos e cuspidores de fogo ou "de respiração pestilenta", ganharam espaço na imaginação popular. As histórias falam de cidades e vilarejos ameaçados e raptos de donzelas cruelmente assassinadas, degoladas ou empaladas, salvo quando algum virtuoso cavaleiro intervém na situação devidamente guarnecido de uma espada mágica. O mais famoso herói a resgatar uma cidade e sua donzela é aprisionada São Jorge, cuja vitória é interpretada como uma vitória do Cristianismo sobre as forças do Mal.



No Leste Europeu, os Dragões estão ligados a tradições de Sociedades Secretas Ocultistas, que supostamente adoravam divindades descendentes dos antigos Nagas indianos cuja representação, a figura de um Dragão, significa a Sabedoria, seja usada para o bem ou para o mal. O famoso Vlad Tepes, ou onde Drácula, foi um membro da Sociedade Secreta dos Dragões em sua região e seu apelido "Drácula", significa, precisamente, Dragão. Nesta tradição há uma clara associação entre Dragões e Sabedoria, uma relação histórica com raízes plantadas na mais remota antiguidade.

Os Dragões aparecem nas tradições mitológicas de quase todos os povos do mundo. No Oriente, os Dragões não são necessariamente perversos. Na China, são figuras de grande destaque. Festas folclóricas são dedicadas a eles. Os dragões simbolizam o próprio povo chinês que se auto-proclamam "Long De Chuan Ren" (Filhos do Dragão). Para os chineses, o dragão é uma criatura mítica e divina relacionada à abundância, prosperidade e boa fortuna. Templos e pagodes são construídos em honra aos Dragões e para eles são queimados incensos e dirigidas orações.

► Drow •
Drows são elfos corrompidos que habitam o subterrâneo das das cidades. Os drows possuem a pele escura, variando desde negro-obsidiana até um tom ardósia-azulado, cabelos entre o branco e o prateado e olhos variando desde amarelos brilhantes até vermelhos puros.

Atraentes, sua beleza muitas vezes supera o padrão de beleza dos elfos convencionais.
São sensíveis a luz, devido ao tempo em que estão reclusos na escuridão das profundezas. Devido este evento, podem enxergar no escuro com muita facilidade e se estão em um local sem nenhuma fonte luminosa, podem ver até 25 metros dentro da escuridão.

Pela falta de recursos a disposição nas profundezas dos subterrâneos, os drow desenvolveram uma aptidão natural para a magia, sendo capazes de manipular energia arcana com maior facilidade que seus primos da superfície.

São criaturas extremamente inteligentes, não são assassinos descontrolados e sim criaturas traiçoeiras e maldosas. Não pensam um minuto se for preciso matar um amigo ou membro da família para chegar ao objetivo desejado.

Os homens desta raça servem como guerreiros e magos. O foco clerical é das mulheres a serviço da Rainha Aranha ou Lolth deusa dos drow, figura divina extremamente matriarcal. Mas existem homens que também conquistam boa reputação na sociedade drow; é o caso de Jarlaxle (Forgotten Realms), um mercenário bastante influente até em eventos da superfície. Há também os exemplos de drows renegados que abandonam seu mundo escuro por não se identificarem com o ambiente cruel e doentio que envolve sua raça. Um exemplo é Drizzt Do'Urden o drow honrado mais famoso do cenário de campanha de Forgotten Realms e talvez de todos os tempos.

► Beholder •
O Beholder, ou Observador, é um dos monstros mais famosos que existe nos mundos de fantasia e que causa horror aos guerreiros despreparados. Possui corpo esférico, com um grande olho antimagia no centro e vários tentáculos no topo. Na ponta de cada um dos tentaculos há um olho capaz de realizar algum tipo de magia. As mais comuns são raios paralisantes, raios de gelo, raios de calor, correntes elétricas entre outras magias que são feitas em forma de raio.

Os Beholders podem ver de muitas maneiras com seu olho central e cada olho na ponta dos tentáculos. No total possuem quase todos ou todos os tipos de visão possíveis, desde a de um cachorro, em preto e branco, até uma visão de calor (infra-vermelho). Os Beholders tem um número variado de tentáculos, magias e visões, alguns Beholders podem ser encontrados em RPGs diferentes de Dungeons & Dragons, com o mesmo nome, Beholder ou algum outro. Eles flutuam acima do chão, tendo alguns que conseguem flutuar mais alto que outros, o peso e tamanho também é algo muito váriavel.

Normalmente Beholders são encontrados em masmorras, mas podem ser vistos em outros lugares.São seres malignos, que não vistos comumente em grupos de heróis. Podem ser conjurados por magos, invocados de outros mundos, se reproduzirem ou ainda criados a base dos restos mortais de outro(s) beholders. Quando conjurados, servem somente ao seu mestre, são como mortos vivos, sendo imunes a feitiços de controle de mente, leitura de mentes e invasão cerebral. A cor deles pode variar muito, desde um marrom até um verde claro.

O ponto alto em uma aventura é quando se encontra uma caverna e lá dentro tem um Beholder, isso significa uma aventura cheia de tesouros.



► Hidra •
A Hidra de Lerna é um animal fantástico da mitologia grega com inúmeras cabeças de serpente (diferentes versões dizem ser 7, 8, 9 ou até 10 cabeças)que se regeneravam (ou seja, matava-se uma e surgia pelo menos mais uma em seu lugar) e corpo de dragão, cujo hálito era venenoso. Uma das cabeças era imortal. Foi derrotada por Hércules em um de seus doze trabalhos, que atirou uma pedra na cabeça imortal ou, em outras versões, destruiu cada cabeça e, para não se regenerarem, pediu a seu sobrinho Jolau para queimar cada cabeça após ser cortada para que não se regenerasse. Segundo a tradição, o monstro foi criado por Hera para matar Hércules. Quando percebeu que Hércules iria matar a serpente, Hera enviou-lhe ajuda – um enorme caranguejo-, mas Hércules pisou-o e o animal converteu-se na constelação de caranguejo (ou Câncer). Hércules, após a matar, aproveitou para banhar suas flechas em seu sangue, para as deixar venenosas também.

A Hidra era uma serpente gigantesca e de muitas cabeças, que aterrorizava a região de Lerna, na Argólida. Filha de Equidna e Tífon, tinha por irmãosCérbero, o cão do Hades; Ortro, o cão monstruoso de Gérion, e a Quimera. A picada da Hidra era extremamente venenosa, e contra o veneno não existia antídoto. Quando uma cabeça era cortada, outra nascia em seu lugar, e além disso uma delas era imortal.

Héracles atacou-a com o auxílio do sobrinho Iolau, filho de seu meio-irmão Íficles. A cada cabeça decepada, a ferida era cauterizada com o fogo de um archote, impedindo assim que voltasse a nascer. A última cabeça, que era imortal, foi colocada em um profundo buraco, em cima do qual Hércules ainda pôs uma enorme pedra.

Durante a luta, Hera enviou um gigantesco caranguejo para atrapalhar o herói, mas ele simplesmente esmagou-o com o pé. Morto o monstro, Hércules embebeu a ponta de suas flechas no sangue da Hidra, tornando-as para sempre venenosas.

Em versões tardias, a Hidra e o caranguejo foram colocados entre as estrelas, formando duas constelações vizinhas, respectivamente Hydra e Cancer. Hydra é a maior das 88 constelações conhecidas atualmente, e já estava presente no catálogo estelar de Ptolomeu.


► Dracolich •
Dracolich é um morto-vivo criado a partir da transformação de um Dragão maligno. O processo normalmente envolve um esforço cooperativo entre o dragão e um poderoso clérigo, feiticeiro ou mago, mas sabe-se que conjuradores especialmente poderosos obrigaram alguns Dragões a sofrem a transformação contra a sua vontade. 

Primeiro, o Dragão precisa consumir uma preparação letal conhecida como bebida de Dracolich. Essa poção causa a morte instantânea do Dragão; em seguida, seu espírito é transferido para uma flactéria de Dracolich, independente da distância entre a filactéria e o corpo do Dragão. 

Um espírito contido numa filactéria consegue sentir qualquer cadáver de réptil ou Dragão, de tamanho médio ou maior, num raio de 27m, e pode tentar possuí-lo. Sob nenhuma circunstância o espírito é capaz de possuir uma criatura viva. O corpo original do espirito é o recepiente ideal, e qualquer tentativa de possui-lo obtem sucesso automaticamente.

O cadaver se erguera com a força espiritual do dragão. Caso seja o antigo corpo do dragão ele imediatamentese transformara em um dracolich. Um dracolich parece uma versão esqueletica sou semi do que fora em vida.

O exemplo de um Dracolich muito famoso mundialmente pela comunidade gamer é a Sindragosa do World of Warcraft.

► Medusa •
A Medusa é uma figura do mundo mitológico da Grécia Antiga. Representada por uma mulher com enormes serpentes na cabeça, possuía também presas de bronze e asas de ouro. As lendas e mitos gregos contavam que ela tinha o poder de transformar em estátuas de pedra as pessoas que olhassem diretamente em seus olhos.

Era uma das três irmãs górgonas, porém, ao contrário das outras duas (Euriále e Esteno), Medusa era mortal. Era filha de Ceto e Fórcis (divindades marinhas). Assim como suas outras duas irmãs, foi transformada em monstro pela deusa Atena.

Na Grécia Antiga, quase todas as pessoas tinham muito medo da Medusa. De acordo com a mitologia, ela habitava o extremo ocidente da Grécia, em companhia de suas irmãs.

► Golem •
O golem é uma possível inspiração para outros seres criados artificialmente, tal como o homunculus na alquimia e o moderno Frankenstein.

As primeiras histórias de golems são mais antigas que o judaísmo. Adão é descrito no Talmud inicialmente criado como um golem quando seu pó estava "misturado num pedaço sem forma".

Como Adão, todos os golems são criados a partir da lama. Eles eram criações de pessoas santas e muito próximas de Deus. Uma pessoa santa era uma pessoa que se esforçava para se aproximar de Deus, e por essa luta consegue um pouco da sabedoria e poder divinos. Um desses poderes é a criação da vida. Por mais santa que a pessoa fosse, no entanto, a sua criação sempre seria apenas uma sombra de qualquer criação de Deus.

Desde cedo se desenvolveu a noção de que a principal deficiência do golem era a sua incapacidade em falar. No Sanhedrin 65b, é descrito como Raba criou um golem usando o Sefer Yetzirah. Ele enviou o golem para Rav Zeira, que falou com o golem mas ele não respondeu. Disse Rav Zeira:  
"Vejo que você foi criado por um dos nossos colegas; volte ao pó".

► Succubus •
Demônios Succubus são a contrapartida feminina do demônio Incubus. Elas vêm para as camas dos homens humanos durante a noite para seduzí-los em seus sonhos. Dizem ter preferência por homens puros, por isso seus alvos favoritos são os monges. Elas têm que tirar a energia sexual dos homens, a fim de sustentar-se quase como um vampiro que necessita de sangue humano. No passado, elas são geralmente descritas como bastante assustadoras, com asas e uma cauda de serpente. No entanto, os tempos modernos mudaram a sua aparência para parecer uma bela feiticeira de modo a esta poder mais facilmente seduzir os homens para obter a sua energia. Incubus e Sucubus eram apontados com certa normalidade na Idade Média como a causa de muitos males…. o homem que não conseguia realizar o ato sexual – em termos mais populares, “broxava” – alegavam que o Sucubus haviam lhe tirado a energia sexual. Já os Incubus eram culpados pela gravidez repentina feminina. Outra lenda era que a masturbação invocava essas entidades.

► Cérbero •
Na mitologia grega, Cérbero ou Cerberus (em grego – Kerberos = “demónio do poço”) era um monstruoso cão de múltiplas cabeças e cobras ao redor do pescoço que guardava a entrada do Hades, o reino subterrâneo dos mortos, deixando as almas entrarem, mas jamais saírem e despedaçando os mortais que por lá se aventurassem.

A descrição da morfologia de Cérbero nem sempre é a mesma, havendo variações. Mas uma coisa que em todas as fontes está presente é que Cérbero era um cão que guardava as portas do Tártaro, não impedindo a entrada e sim a saída. Quando alguém chegava, Cérbero fazia festa, era uma criatura adorável. Mas quando a pessoa queria ir embora, ele a impedia; tornando-se um cão feroz e temido por todos. Os únicos que conseguiram passar por Cérbero saindo vivos do submundo foram Héracles, Orfeu, Enéias e Psiquê.

Cérbero era um cão com várias cabeças, não se têm um número certo, mas na maioria das vezes é descrito como tricéfalo (três cabeças). Sua cauda também não é sempre descrita da mesma forma, às vezes como de dragão, como de cobra ou mesmo de cão. Às vezes, junto com sua cabeça são encontradas serpentes cuspidoras de fogo saindo de seu pescoço, e até mesmo de seu tronco.

Quanto à vida depois da morte, os gregos acreditavam que a morada dos mortos era o Hades, que levava o nome do deus que o regia, ao lado de Perséfone. Hades era irmão de Zeus. Localizava-se nos subterrâneos, rodeado de rios, que só poderiam ser atravessados pelos mortos. Os mortos conservavam a forma humana, mas não tinham corpo, não se podia tocá-los. Os mortos vagavam pelo Hades, mas também apareciam no local do sepultamento. Havia rituais cuidadosos nos enterros, e os mortos eram cultuados, principalmente pelas famílias em suas casas. Quando os homens morriam eram transportados, na barca de Caronte para a outra margem do rio Aqueronte, onde se situava a entrada do reino de Hades. O acesso se dava por uma porta de diamantes junto a qual Cérbero montava guarda.

Para acalmar a fúria de Cérbero, os mortos que residiam no submundo jogavam-lhe um bolo de farinha e mel que os seus entes queridos haviam deixado no túmulo.

Seu nome, Cérbero, vem da palavra Kroboros, que significa comedor de carne. Cérbero comia as pessoas. Um exemplo disso na mitologia é Pirítoo, que por tentar seduzir Perséfone, a esposa de Hades e filha de Deméter, deusa da fertilidade da Terra, foi entregue ao cão. Como castigo Cérbero comia o corpo dos condenados.

Cérbero era filho de Tífon (ou Tifão) e Equídina, irmão de Ortros e da Hidra de Lerna. Da sua união com Quimera, nasceram o Leão de Neméia e a Esfinge.

► Duende •
Duendes são personagens da mitologia europeia semelhantes a Fadas e Goblins. Embora suas características variem um pouco pela Espanha e América Latina, são análogos aos Brownies escoceses, aos Nisse dinamarqueses-noruegueses, ao francês nain rouge, aos irlandeses clurichaun, Leprechauns e Far Darrig, aos manx fenodyree e Mooinjer Veggey, ao galês tylwyth teg, ao sueco Tomte e aos trasgos galego-portugueses.

Usado por Federico García Lorca o termo parece situá-los mais próximos da categoria das fadas. A palavra é usualmente considerada equivalente à palavra inglesa “Sprite”, ou à palavra japonesa Youkai, e é usada indiscriminadamente como um termo guarda-chuva para abrigar todas as criaturas semelhantes como Goblins, Duendes (do inglês Pixies), Elfos, Gnomos, etc.

Alguns mitos dizem que Duendes tomam conta de um pote de ouro no final do arco-íris. Entretanto, se for capturado, o duende pode comprar sua liberdade com esse ouro. Outras lendas dizem que para enganar os homens, ele fabrica uma substância parecida com ouro, que desaparece algum tempo depois. Neste caso são chamados Leprechauns. Na mitologia irlandesa os Leprechauns têm mais ou menos 30 cm e atendem a desejos. Na mitologia portuguesa, o Fradinho da mão furada, e o Zanganito são seres encantados, uma espécie de duendes caseiros.


► Harpia •
As harpias (em grego, ἅρπυιαι) são criaturas da mitologia grega, frequentemente representadas como aves de rapina com rosto de mulher e seios. Na história de Jasão, as harpias foram enviadas para punir o cego rei trácio Fineu, roubando-lhe a comida em todas as refeições. Os argonautas Zetes e Calais, filhos de Bóreas e Orítia, libertaram Fineu das harpias, que, em agradecimento, mostrou a Jasão e os argonautas o caminho para passar pelas Simplégades . Eneias e seus companheiros, depois da queda de Troia, na viagem em direção à Itália, pararam na ilha das Harpias; mataram animais dos rebanhos delas, as atacaram quando elas roubaram as carnes, e ouviram de uma das Harpias terríveis profecias a respeito do restante de sua viagem.

Segundo Hesíodo, as harpias eram irmãs de Íris, filhas de Taumante e a oceânide Electra, e seus nomes eram Aelo (a borrasca) e Ocípete (a rápida no vôo) .Higino lista os filhos de Taumante e Electra como Íris e as hárpias, Celeno, Ocípete e Aelo , mas, logo depois, dá as hárpias como filhas de Taumante e Oxomene .


► Centauro •
Na mitologia grega, os centauros eram seres mitológicos com corpo de cavalo e tronco e cabeça de ser humano. Viviam nas montanhas da Tessália (região central do território grego) e nos bosques das planícies da Arcádia (região central da Península do Peloponeso).Eram filhos de Ixíon (rei dos Lápitas) e Néfele (deusa das nuvens).

Os centauros eram seres dotados de muita força física. Eram espécies de monstros, porém com algumas características humanas. De acordo com o imaginário mítico dos gregos antigos, a parte inferior dos centauros (cavalo) era a responsável pela força física, brutalidade e impulsos sexuais. Já a parte humana era mais racional, com capacidade de analisar e refletir. Portanto, eram seres que representavam conflitos típicos dos seres humanos: razão, emoção e violência. 
Aparecem em vários mitos e lendas, quase sempre associados a fatos envolvendo atos violentos e bárbaros. 

Um dos mitos mais conhecidos com a participação dos centauros fala sobre o casamento da princesa Hipodâmia e Pirítoo (rei dos lápitas). Os centauros foram convidados para o casamento, porém tentaram raptar a princesa, depois de ficarem embriagados de vinho. Os lápitas reagiram e teve início a uma grande guerra entre os centauros e os humanos. Grande parte dos centauros foi dizimada e alguns sobreviventes fugiram para as montanhas da Tessália.

► Troll •
Troll ou Trol é uma criatura antropomórfica  folclore escandinavo. São descritos tanto como gigantes horrendos, como ogros, ou como pequenas criaturas semelhantes a goblins. Diz-se que vivem em cavernas ou grutas subterrâneas.

Na literatura nórdica, apareceram com várias formas, e uma das mais famosas teria orelhas e nariz enormes. Nesses contos também lhes foram atribuídas várias características, como a transformação dessas criaturas em pedra, quando expostas à luz solar.

Geralmente os trolls são descritos como criaturas humanoides, nada inteligentes mas muito trabalhadoras. Às vezes são descritos como gigantes nórdicos ou algo semelhante aos ogros, seus tamanhos variando a depender da história. Vivem por muito tempo, mais de mil anos; vivem em bando e são muito agressivos. Alguns são mais estranhos e raros, como os trolls do subterrâneo, que seriam menos inteligentes do que seus primos, porém mais fortes e agressivos, atingindo entre 2,35 m a 3,45 m de altura. Embora não considerados inteligentes, eram temidos, pois acreditava-se que dominavam a arte da ilusão e eram capazes de mudar de forma e de comer vorazmente tudo o que se lhes deparasse. Embora geralmente retratados como extremamente antissociais, cavernosos os trolls também eram descritos como pais protetores e carinhosos, literalmente protegendo sua prole a garras e dentes. No geral, tendem a criar os filhos do sexo oposto dos deles (se for uma troll fêmea, o pai cuida dela, e se for um macho, a mãe o cria).

Os trolls foram adaptados a muitas outras culturas e obras, como nas obras deJ.R.R. Tolkien e J.K. Rowling.

► Ciclope •
Os ciclopes eram, na mitologia grega, gigantes imortais com um só olho no meio da testa que, segundo o hino de Calímaco, trabalhavam com Hefesto como ferreiros, forjando os raios usados por Zeus. Os ciclopes podem ser divididos em dois grupos de acordo com o tempo de existência: os ciclopes antigos (ou primeira geração) e os ciclopes jovens (nova geração). Eles aparecem em muitos mitos da Grécia, porém com uma origem bastante controversa. De acordo com sua origem, esses seres são organizados em três diferentes espécies: os urânios, filhos de Urano e Gaia, os sicilianos, filhos do deus dos mares Poseidon, e os construtores, que provêm do território da Lícia.

► Fada •
Do latim "fatum", que significa destino, as fadas são seres mágicos e misteriosos, que são representadas em todos os casos como mulheres, as vezes de tamanho normal, as vezes de tamanho diminuto, tendo asas de libélula ou borboleta como diferencial. Podem apresentar um comportamento formal e benevolente, ou mais arisco e infantil, podendo mudar sua forma e serem vistas apenas para alguns poucos seletos, muitas vezes esses seletos são crianças, pessoas de nobre coração.

Muito abundantes na cultura medieval, como por exemplo nas historias do Rei Artur, tiveram impacto nas mídias tradicionais, seja no meio nerd ou com menininhas que querem coisas meigas e fofas cheias de açúcar, e tem sua participação ate no esoterismo moderno, aonde muitas pessoas acreditam nelas.


► Elementais •
Elementais é o nome dado a todo e qualquer espírito existente na natureza. Todo princípio divino, após emanar-se do "Absoluto", deve iniciar seu processo de desenvolvimento incorporando-se à matéria.

Essa incorporação, segundo os princípios platônicos da Metempsicose acontece consoante a uma ordem estabelecida. Os princípios divinos devem iniciar sua jornada no mundo material incorporando-se inicialmente ao reino mineral. Após o aprendizado neste reino, o princípio divino deve passar ao seguinte estágio, ou seja, ao reino vegetal. Após concluir o aprendizado do reino vegetal, o princípio divino deve passar ao estado animal, e, posteriormente, ao estado humano.


Também são conhecidos como personagens fictícios, que representam seres da natureza e que seriam capazes de controlar os elementos e os representar. São eles

• O elemento do Ar

• O elemento do Fogo

• O elemento da Água

• O elemento da Terra

De acordo com Papus: "O caráter essencial dos elementais é animar instantaneamente as formas de substância astral que se condensa em volta deles. Seu aspecto é variável e estranho: ora são como uma multidão de olhos fixos sobre um indivíduo; ora são pequenos pontos fixos luminosos rodeados de aura fosforescente. Podem, ainda, parecer criaturas indefinidas, combinações de formas humanas com animais."

Ainda segundo Papus, cada elemental deve ser invocado pelo nome de seu gênio, GOB é o gênio da terra, DJIN é o gênio do fogo, PARALDA é o gênio do ar, e NICKSA é o gênio da água.
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Fadas fotografadas conheça a história de Frances Griffiths

FADAS EXISTEM

OS ELFOS

Os 5 magos da Terra Média

Povos e Criaturas da Terra Média

Povos e Criaturas da Terra Média (Parte I)
Cada cultura das várias raças dos habitantes da Terra Média, têm a sua forma de vida, os seus mitos e costumes, vestuário e idiomas. Vejam aqui algumas características das principais raças destes habitantes da Terra Média.
Elfos: O mundo da Terra Média tornou-se um lugar melhor, devido á existência dos Elfos, que deram á terra muito da sua sabedoria e beleza. Eram grandes artistas, e por terem imenso tempo de vida, levavam a sua arte o pormenor. Foram os primeiros seres a aparecerem e portanto, a raça mais antiga e sábia da Terra Média. Não tinham idade, desconheciam as doenças, não envelheciam e eram imortais, poderiam eventualmente morrer numa batalha, pela espada ou por desgosto. Eram criaturas raramente vistas e envoltas de mistério. 
Tinham os sentidos bastante desenvolvidos e apurados, principalmente a visão e a audição, pressentiam o perigo a quilómetros de distância. A sua relação com a Natureza era excelente, não fosse por isso que o seu habitat fosse em volto de bosques e florestas e as cidades que construíram eram normalmente apoiadas em árvores gigantescas. Os Elfos não tinham uma grande apatia pelos Anões, e não confiavam neles. Eram seres poderosíssimos, perigosissimos e assassinos natos, enganem-se aqueles que pensam que os Elfos eram como Fadas.
               
Incrivelmente altos, elegantes e belos, este povo tão nobre e guerreiro, tinham geralmente os olhos muito claros e orelhas pontiagudas. Não conseguiam permanecer num lugar durante muito tempo, por isso viajavam muito. Quando estavam fartos da Terra Média, viajavam até ás Terra Eternas. Na Terceira Era da Terra Média, a chamada Era dos Elfos, estava praticamente a chegar ao fim, e a magia dos Elfos estava a desaparecer lentamente e portanto, os Elfos partiram da Terra Média. Só alguns lá permaneceram, Galadriel e Celeborn ficaram em Lothlórien, Elrond em Rivendell e Legolas permaneceu com a Irmandade, lutando em batalhas e ajudando os amigos a vencerem as forças do mal, arriscando ele próprio a sua vida imortal.

 
Anões (Dwarves): Eram um povo orgulhoso, grotesco e muito forte. Exploraram a terra desde sempre. Escavaram minas para tirar delas pedras preciosas, criaram salas imensas e lugares lindos a seu ver. Para um Anão, as Minas de Moria, um país subterrâneo construído pelos Anões, era a coisa mais bela do Mundo. Tinham um forte e antigo sentido de justiça, eram geralmente de baixa estrutura, mas um pouco mais altos que os Hobbits. Não eram imortais, como os Elfos, mas podiam viver aproximadamente até aos 250 anos ou mais. O seu idioma foi criado por Aulê, que também criou os sete primeiros Anões que apareceram, de quem descendiam todos os outros Anões. A maioria dos Anões são povos de Durin, a quem chamaram de Longbeards. O idioma falado entre os Anões era o Khuzdul. Um idioma tão complicado e tão desconhecido, que nem os Homens nem os Elfos conseguiam falar nem decifrar. Foram poucos os que não eram Anões, que conseguiram aprender este idioma. Os Anões embora fossem muito reservados, davam-se bem com os Hobbits, mas no entanto davam-se muito mal com os Elfos.
                            
Feiticeiros: Eram os Maiar, seres imortais sob forma humana. Tinham poderes sobrenaturais e foram enviados para a Terra por um poder superior, com o objectivo de proteger a Terra Média. Indicavam como combater o Mal. Eram espíritos que habitavam corpos de velhos e estavam organizados hierarquicamente por cores. As principais cores, as que todos conhecemos, eram o cinzento e o branco, mas existiam outras como o castanho, por exemplo. Mas era o branco o mais poderoso de todos, e o cinzento vinha logo a seguir.

                        
Cavaleiros Negros: Também conhecidos por Espectros ou Nazgûl, eram uns dos que representam as forças do mal. Foram Reis outrora, que passaram para o lado de Sauron. Estes Cavaleiros procuravam o Anél Um, para devolver ao seu dono, por isso não cessavam de perseguir Frodo e todos os seus amigos. Viam mal, só conseguiam ver sombras, mas tinham um faro excelente, eram como cães de caça. Tudo o que rodeava estes Cavaleiros, era afectado pela sua maldade. Eram a personificação do Mal, não tinham rosto, eram velhos e fantasmagóricos, decrépitos e perfeitamente aterradores, muito diferentes do que foram. Vestem longas capas negras de 50 metros cada. São criaturas fortes, vampirescas, sem memória, seres atormentados e vazios.
                    
Orcs: Eram criaturas horrendas, súbditos de Saruman. Não gostavam de árvores nem da Natureza e destruíam tudo em seu redor. Não tinham nenhuma noção de beleza e de elegância. Representavam a fealdade mais crua. Eram brutos, muito barulhentos, selvagens e estavam sempre metidos em zaragatas entre eles. Assemelhavam-se com animais ferozes, pois estavam sempre prontos para guerras e batalhas. Toda a Terra Média estava ameaçada por estes exércitos de Orcs, pertencentes a Saruman, que não só representavam a escravidão e a morte, como também a destruição de tudo o que amavam todos os outros seres do mundo.
Uruk-Hai: Saruman, conseguiu criar uma nova super raça de monstros, os Uruk-Hai. Tinham as mesmas características que os Orcs, embora fossem mais altos, mais fortes e apresentavam uma postura de liderança superior á dos Orcs. Os Uruk-Hai, foram Elfos outrora, mutilados e torturados pelos Senhores das Trevas. Escravos da vontade de Sauron. Os Uruk-Hai eram extremamente cruéis e selvagens. São incansáveis, o ódio era o seu único sentimento, não tinham quaisquer emoções. Não receavam a morte e só pensavam em matar.
Wargs: São as feras dos Orcs, os seus animais de estimação. Os Wargs são uma mistura de lobo, hiena e urso, os seus olhos estão posicionados na parte extrema do crânio, por isso o seu campo de visão é muito abrangente. São terrivelmente selvagens e difíceis de dominar, ninguém têm um poder estável sobre estas criaturas, pois são predadores muito ferozes.
Oliphaunts (Olifantes): Eram feras de Guerra, seres gigantescos com uma altura de um prédio de 10 andares, portanto muito maiores que os elefantes normais, e além disso tinham a cabeça mais pequena, que os elefantes. Têm presas múltiplas e uma força brutal inconfundível. A sua origem provém das regiões meridionais de Harad. Diz-se ainda que os Olifantes, foram antepassados dos elefantes. 
Durante a Guerra do Anél, os ferozes guerreiros de Harad, os Haradrim, cujo reino está situado a sul de Gondor e Mordor, marcharam até ás terras de Mordor, e aliaram-se a Sauron, levando os seus exércitos de Oliphaunts ou Mûmakil, como também eram conhecidos. Os Oliphaunts, carregavam ás costas grandes torres, onde os Haradrim atacavam os seus inimigos com os seus arcos e flechas ou lanças. Os Oliphaunts possuíam um "talento" natural para a luta, eram muitos os que morriam esborrachados debaixo das suas patas ou com as suas trombas derrubando milhares de homens e cavalos.
Fell Beasts (Feras Fell): Também conhecidos por Black Wings, ou Winged Messenger, Winged Nazgûl, Winged Steeds, Wraiths on Wings, Fell Riders of the air, ou ainda Black Riders of the air. São montados pelos Nazgûl, que substituíram os seus cavalos por estes seres, que se assemelham a serpentes e dragões. Habitam na parte mais elevada das muralhas de Bara-Dûr. Têm asas do tamanho das asas de um avião, assim podem-se deslocar rapidamente. Os seus bicos e pescoços eram compridos, e reproduziam um ruído ensurdecedor.
Eagles (Águias): Eram uma raça de pássaros enormes, suficientemente grandes para transportar os homens, percorrendo grandes distâncias. Eram inteligentes e viviam quase tanto tempo quanto os Elfos. As Eagles, eram lideradas por Gwaihir O Senhor do Vento, a maior de todas as águias do Norte. Gwaihir ajudou Gandalf por duas vezes, primeiro ajudou-o a fugir de Isengard e depois ajudou-o também, após uma luta com um Balrog. As Eagles também foram para as batalhas da Terra Média, lutaram com os Fell Beasts, em frente ao Portão Negro de Mordor. E depois de ter terminado a Guerra, voaram até Mount Doom, onde salvaram Frodo e Sam.  
                                          
Ents: Eram uma espécie de árvores que andavam, falavam, tinham braços e pernas. Eram os guardas da Fangorn Forest (Floresta de Fangorn). Os Ents são os pastores da floresta, estão lá para zelarem pelas árvores da floresta, as chamadas Hourns, que na verdade são muito perigosas, no Shire contavam-se muitas histórias terríveis acerca desta floresta, o que criou um medo geral entre os Hobbits, que não se atreviam a meter lá os pés. Contudo, Merry e Pippin criaram uma amizade com Treebeard (Barba-de-Árvore), um Ent, que os ajudou na batalha em Isengard, que com os outros Ents, destruíram uma grande parte do exército de Orcs, pertencentes a Saruman. E mais tarde voltaram a fazer de Isengard um local muito bonito, tal como era antes.
 

Trolls: Eram criaturas enormes, mediam cerca de 3 metros de altura, eram de estrutura forte, seres maus ao serviço de Saruman. A maioria destes Trolls não conseguia viver á luz do sol, pois transformavam-se em pedra se tal acontece-se. A história que Bilbo contava ás crianças Hobbits, durante a sua festa de aniversário, só veio a confirmar isso: Os Trolls discutiam qual a melhor forma de cozinhar Bilbo e os Anões que o acompanhavam, só que passaram tanto tempo a discutir, que nem deram pelo passar da noite. E quando apareceram os primeiros raios de sol, os três Trolls transformaram-se em pedra. Só anos mais tarde é que o Feiticeiro Saruman, que se aliara a Sauron, conseguiu criar uma nova raça de Trolls, capaz de resistir á luz solar. Esses Trolls foram usados durante a Guerra do Anél, em Minas Tirith.  

Shelob: Era uma velha e gigante aranha, cuja existência remonta aos tempos antigos da Primeira Era. Alimentava-se de carne humana e de Orcs. Vivia na passagem mais elevada de Cirith Ungol, acima de Minas Morgul, e Shelob vigiava essa passagem, para que nenhum intruso ousasse passar por aí, para conseguir entrar em Mordor.
Gollum achou-se traído por Frodo, depois de ter sido capturado por Faramir e pelos Gondorians, e como vingança, conduziu Frodo e Sam até Shelob, para que ela os mata-se e ele possuísse de novo o seu "Precioso".
Balrog: Um servo ancião de Morgoth, (antigo Senhor das Trevas antes de Sauron), era ainda mais antigo que Sauron e era tão forte que nenhum humano, nem qualquer outro ser (a não ser um Feiticeiro), o podia matar. O Balrog, era todo volvido em fogo e tinha umas grandes asas nas costas. Viveu durante muito tempo nas montanhas, mesmo antes de Sauron se tornar poderoso.
Em Moria, este gigantesco Balrog, defronta Gandlaf, na ponte de Kazad-Dûm. O Feiticeiro destrói a ponte e o Balrog cai, mas o seu chicote prende-se na perna de Gandlaf, e este cai também. Após uma grande luta com o Balrog, que durou cerca de 10 dias, Gandalf O Cinzento sai vitorioso, mas acaba por morrer, ressuscitando mais tarde e regressando para junto de Aragorn, Legolas e Gimli, como Gandalf O Branco.
 Homens: Eram mais uma raça da Terra Média, todos nós sabemos as suas características: eram mortais, uns mais fortes que outros, uns mais dominados, outros dominadores, uns pertenciam á raça dos Numenor, os Homens que viviam mais tempo do que qualquer outro da espécie, e outros não. Na história eram sobretudo, facilmente seduzidos pelo poder do Anél e queriam-no para eles. Eram guerreiros e travavam muitas lutas contra o Poder do Mal, alguns no entanto, aliavam-se a esse poder, como os Haradrim e os Homens Selvagens.
Rohirrim: Os Rohirrim, o povo de Rohan, viviam isolados do resto do mundo, não queriam saber de alianças, pois já não acreditavam nelas. Eram guerreiros leais, combatentes temíveis. Usavam lanças compridas e escudos, como armas e além disso os seus cavalos eram velozes. E era essa a grande arma de Rohan: os seus cavalos. Tinham uma cavalaria poderosa, muito bem treinada e temível. Os Rohirrim são todos cavaleiros, conseguiram viver por mérito próprio, graças á sua força, inteligência, coragem e perícia na arte da cavalaria.

Existem na Terra Média muitos outros seres, raças e criaturas desconhecidas. Estes são apenas algumas dessas raças e seres, mas são principalmente as que mais se destacaram e as que deram novos rumos à história de O Senhor dos Anéis.sites.google.com

Dragões


Um dos principais problemas que existem para descobrir os verdadeiros dragões tem sido o mau uso da palavra se juntou invenções de pintores e poetas da época medieval. Não é à toa que hoje samll Dragões familiares criaturas que têm pouco ou nada a ver com a cobra. E é que os dragões eram cobras com características muito peculiares. É o caso típico de animais confundida com genialidade. Concentre-se neste estudo desde os tempos antigos até o século XIII. 




"Dragon" vem do derk- raiz indo-européia (vista); significado associado com outras línguas para "olhar", "olho", "olhar", "light". Veio para o latim do grego, que significa, literalmente, "monstro olho demônio". É provável que as palavras "andorinha" e "de alto-forno" (canal de água da chuva para baixo) vêm da mesma raiz etimológica. Os navios famosos "drakkar" Viking incluído na proa uma cabeça de dragão, eles pensaram que aterrorizava seus inimigos, embora houvesse leis obrigando desmontar ou cobri-lo para evitar que os gênios ( landvættir ) que viviam em determinadas áreas assustados, o que eleva a má sorte.




Todos monstro ou serepentiforme animais (com as pernas, asas, fogo jogando, etc) é descrito como um dragão sem qualquer consideração do nosso ponto de vista: A wyvern ou cuélebre, para dar alguns exemplos, não tem nada a ver com o nosso dragão de um ponto vista etimológico ou racional. Nos próximos posts eu vou cobrir esses outros gênios. Cobras gigantes e dragões que atacam navios foram usualmente representados em mapas antigos, quem sabe se testemunhos de marinheiros que sofreu.Não é razoável pensar, até recentemente, o Kraken (lula gigante) foi acreditado a lenda, hoje é listada como uma espécie.



n sua História Natural (77-79 dC), Plínio diz sobre serpentes e dragões:

Faça Magastenes, na Índia crescer tanto cobras engolir todo veados e touros. Metrodoro que perto do rio Rhindaco, Pontus, por pássaros alto e rápido voando, com o ar e chiado são atraídos um pelo outro e engolir. Tem sido um lavrador de 120 pés (35,5 m.) De comprimento que lutaram nas guerras cartagineses, perto do rio Braga, Marco Regulus Imperador. Crossbow, tiro e outras máquinas de guerra, como um castelo: a sua pele e mandíbulas em Roma durou um templo para a guerra Numancia. Fé e Testemunho dá a este algumas cobras na Itália chamado boas, que vêm a ser tão grande que no tempo do imperador Claudius, foi morto um na colina do Vaticano, em cujo ventre foi encontrado um rapaz todo. Nutrir-los pela primeira vez com o leite de vaca, de onde tira o seu nome, as formas e meios de outros animais, que é trazido para a Itália muitas vezes em outros lugares.

O dragão Tannin chamar os hebreus, gregos Draco, Drago latino-americano e italiano, Sar Kay húngaros e poloneses Smok. Eles são diferentes gêneros, mas tão semelhantes que diferem pouco, se não na grandeza do corpo. Mas aquele que é propriamente chamado Drago, não é venenosa ou animal grande boca, mais cedo tem tão pequena que até mesmo tentar morder, e tem duas fileiras de dentes de cada lado, não pode morder-lhe mal, e por isso não é o seu poder e força nos dentes, mas na cauda, ​​que geralmente batendo para baixo animais de grande porte.

É esta figura bonito, tem alta e grossa da frente, olhos muito brilhantes e sob a barba queixo, quase vermelho e verde, tem vista para o mais perfeito, e assim que os gregos chamavam de "Draco" de "Derco", significando "ver". Outro gênero de dragões existem na Índia, que são 20 (8,8 m.) E 30 (13,2 m). Côvados de comprimento, e alguns vão gerar maior. Na Etiópia são levantadas igual a eles. E Artemidorus diz Arábia está prestes a mesma força que os touros de lide e elefantes deixando-os sem vida. Outros estão contados reprodução na Índia e o mais fabuloso Líbia; porque eles dizem que são tão grandes que você cresce grama sobre eles. 




São estes dragões amplos cobertos e escalas muito ásperas, os olhos são grandes, boca muito larga, língua longo, longo e forte, como os dentes de javali: com que quebrar os ossos de animais que mordem: são estes em cores diferentes, alguns negros, outros avermelhado, amarelo e outras outras Cenizos. Nós também produzir na Frígia outros dragões que são 40 pés (11,8 m). E mais, e eles dizem que executar todos os dias no meio do verão em suas cavernas, e que se estende apenas a cauda sobre a terra ao redor do corpo no ar, e colocar o pescoço íngreme e ofegando atrair pássaros que voam em cima, mesmo se eles são muito ricos, com apenas aspire a ele e trouxe essa força a gota de ar na boca e barriga.

Faça dragões guerra todos os pássaros, mesmo antes do nascimento, até onde eles vêem seus ninhos, e destruir seus ovos, e é astuto maravilhosa que eles têm para comer: se os dragões são grandes, para manter-se a eles ser engolido inteiro e, em seguida, tornando-se uma rocha apertar tanto a si mesmos que quebra dentro da cultura e, em seguida, expulsou os escudos. Mas ainda assim os pequenos dragões, porque eles não podem engolir, pegar o ovo e cíñenlo redor, apertando tanto o top que quebrá-lo como um ferro e, em seguida, sugar tudo o que resta para baixo.

Que se tornam tão grandes que remover a dúvida isso para trás: na província de Calabria da Itália, outras cobras Boas é chamado cria. Eles dizem que são amigos íntimos de leite, e por isso, quando eles são pequenos, eles estão indo para atalhos vacas e maman a que estão paridas, e quando eles não têm apenas conteúdo forte e grande, com leite, mas com o sangue e carne e assim cortar até fazendo artesanato de mãe, sem que eles podem suportar a sua força e geralmente atingem tanto o seu poder e brabeza após rebanhos destruídos em perigo as pessoas da região onde vivem, como se vê na que a colina do Vaticano sob Cláudio imperador de Roma, mas em nossos tempos não se tornem tão grandes. 








(. S AD) (. S IV dC) San Isidoro, de acordo com Plínio e Solino diz deles:

O dragão é o maior de todas as cobras, e mesmo todos os animais que habitam a terra. Os gregos deram o nome de "Drakon", que é derivado do "Draco" latinos. Muitas vezes fora de suas cavernas, voltar através do ar e sua causa ciclones. É equipado com crista, tem uma boca pequena, e tubos estreitos que respira e enfia a língua. Mas a sua força não está nos dentes, mas em linha, e produz mais danos quando usado como um chicote quando ele usa a boca para morder. É inofensivo quanto ao veneno, já que não tem necessidade dele para matar: matar sempre asfixia vítima. Mesmo o elefante, apesar de seu tamanho, está a salvo do dragão: ela está à espreita perto das estradas que muitas vezes movem os elefantes, e parafusado em seus pés, até que se perderam por asfixia. Eles vivem no calor escaldante da Etiópia e Índia.




Os "dragontites" é extraído do cérebro do dragão. No entanto, a jóia não vem formado a menos que cortar a cabeça dele enquanto ele ainda está vivo; por magos decapitar dragões quando eles estão dormindo. Há homens corajosos que exploraram as covas dos dragões, que se espalhou drogados ervas para o sono do dragão, e então quando ele está dormindo, cortou-lhe a cabeça e extrair as pedras preciosas. São de um gloss claro. Especialmente os reis do Oriente gabar-se de apreciá-los.

Hugo de Folieto (XII) nos dá a razão pela qual o dragão está associado a Satanás:

E esta besta, em um tempo e outro dragão chamado Leviathan, é usada na escrita simbólica. O dragão, a maior de todas as cobras é o diabo, o rei de todos os males. Como matou com seu hálito venenoso e explodir sua cauda, ​​de modo que o diabo destrói as almas dos homens de pensamento, palavra e ação.Matar seus pensamentos pelo sopro de orgulho; envenena suas palavras com malícia, mas estrangula para a realização de atos malignos, por assim dizer, com sua cauda. Até o ar dragão é posta em movimento, por isso é a paz das pessoas espiritualmente inteligentes muitas vezes perturbado assim.Estabelece esperar por um animal puro, para que ele perseguiu até guardião da morte de Cristo de castidade, nascido de uma virgem pura, mas foi derrotado, depois de ser esmagado por sua morte.Quanto à cor lindo que vem da terra, que é a Igreja de Cristo, adornada com seu precioso sangue. O dragão é o inimigo de um animal puro, assim como o diabo é o inimigo do Filho da Virgem.




Em um documento de Inglês S.XIII leia-se:

E essa criatura frequentemente saqueia fora de sua caverna, é montado no ar, eo ar começa a se mover violentamente e brilha ao redor.

A relação entre a serpente e paganismo sempre foi estreita, este último encontra San Isidoro em suas Etimologias: Entre a serpente pagã foi sempre considerado como um gênio do lugar. É o que diz Pérsio(1113): "Pinta duas cobras: este lugar é sagrado, jovem". Dragões mitos estão ligados a áreas alagadas.Parece confirmar que o dragão é o modo cristão de um gênio das águas. Netuno era o nome que os clérigos adoram empregado para designar os espíritos da água, mas outros nomes como "Dracus".Entre os crachás usados ​​pelos romanos em suas normas que era um dragão para significar a soma da supervisão geral capitão e cuidados e de solvência deve ter por perto.


É possível que o dragão era, na verdade, uma espécie de constrictor gigante (descrição e relação etimológica que "engolir" torná-lo viável) que, dada as suas peculiaridades e superdimensionada veio para formar um mito, neste caso, o mal do ponto de vista humana, uma vez que devem ser perigosos para qualquer animal. Não é incomum animais intromissão em teologia e lendas, como o cavalo (relacionada com a vida após a morte para antigo) ou o próprio lobo para citar apenas alguns. Sem mencionar a longa lista de animais incluídos no panteão egípcio. Por outro lado, os gênios serpentina são popularmente associado ao mau com mais ênfase favorecido pela ascensão do cristianismo e sua luta contra o paganismo Pepetua. A própria palavra "demônio" foi usado pela Igreja de torticero assim veio a calhar: o resto fazia tempo.


latorredelmago.